Guerra cibernética, segurança e Einstein

Quanto mais leio a respeito de guerra cibernética, espionagem e afins, mais claro fica que o grande ponto fraco de toda a cadeia é o usuário.

O próprio Kevin Mitnick no livro A Arte de Enganar, fala isso. Através de técnicas de engenharia social, ele demonstra como conseguir acesso a informações que de outra  forma dificilmente conseguiria.

Fico imaginando a situação: o governo de uma republiqueta sul-americana investe milhões de dilmetes em sistemas seguros, redes invioláveis, criptografia de 2048 bits, data centers nacionais, e o usuário escreve a sua senha de acesso num post-it, colado no monitor.
Não ria!
Se você acha isso um absurdo, que tal destruir US$ 170 mil em equipamento ao invés de remover o malware? Fique tranquilo, que a coisa piora: que tal então voltar a utilizar máquinas de escrever para proteger os seus dados?

Einstein disse certa vez: "Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana.". Não poderia estar mais certo, infelizmente.

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