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A incrível velocidade do Go

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Um dos motivos que gosto do Go (a linguagem de programação, não o jogo), é que ele é extremamente rápido. E não estou falando de utilizar goroutines pois aí é covardia. Estamos migrando um sistema de Coldfusion para Go e PHP e uma das rotinas insere um registro no banco de dados no início e outra no fim do processo. Pense como se fosse um log, mas um log específico para essa rotina. Dessa forma: 2023-05-18 17:45:03. 687     ... [processaImagem] Incorporando imagem 2023-05-18 17:45:03. 688     ... [processaImagem] Imagem incorporada Entre o inicio e o final do processamento levou 1ms. Até aí, tudo bem, se não fosse o fato dessa tabela ter o campo timestamp como parte da chave primária. Se reparar, o tempo é definido em milissegundos. Com o Coldfusion esse processo dura cerca de 20ms. Simplesmente migrando para Go, o tempo caiu muito, para menos de 1ms e assim, começou a dar erro de chave duplicada. A solução? Depende, sempre depende. No nosso contexto, a mais simples foi feita, pois nã

Huguinho na praia de Laranjeiras


Dizem que Huguinho foi a um luau na praia de Laranjeiras, provavelmente nos anos 1990.

Quando chegaram a primeira coisa que fizeram foi tirar tudo do carro (Huguinho diz que eram 7 pessoas e mais todo o material). O legal foi ver o melão estourado embaixo da caixa de cerveja! Menos para o dono do carro, é lógico.

Próximo passo: fogueira! Huguinho já com o know-how adquirido no seu aniversário, se prontificou a cuidar do fogo.



Nessa hora ocorreu uma coisa muito estranha. Ninguém lembrou de levar fósforos para acender a fogueira. Claro que tentaram fazer fogo esfregando dois pedaços de madeira. E é claro que não deu certo. Quando parecia não ter mais saída, eis que surge um vulto caminhando pela praia. Ao chegar mais perto, ele viu o problema e acendeu a fogueira com o seu último fósforo. Ou foi sorte de bêbado ou algo sobrenatural.

A primeira cerca leva de madeira encontrada não foi muito boa, pois o bambu verde faz um pouco de fumaça. Depois sim, a cerca do restaurante madeira encontrada no mato rendeu um bom fogo.

Daí começou a festa: música, bebidas, comidas, e (CENSURADO)

Algumas horas depois, quando resolveram ir embora, não é que perderam a chave do carro!? Tudo escuro (naquela época não tinha celular com lanterna nem sem lanterna), chave perdida na areia, enfim, tudo para ser o maior problema.

Mas o anjo da guarda dos bêbados ajudou mais uma vez. Alguém encontrou as chaves do carro enterrada na areia! Todos puderam voltar para casa com mais uma história para contar.

Comentários

  1. Huguinho em Laranjeiras lembrou que perdi as chaves na areia de uma barraca em 1986, quando saímos debaixo de um temporal na praia dos Amores... o dono achou ao rastelar a areia e no outro dia devolveu ao perguntarmos sobre.

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  2. Lembro disso! Só não lembrava que tinha sido você!

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