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A incrível velocidade do Go

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Um dos motivos que gosto do Go (a linguagem de programação, não o jogo), é que ele é extremamente rápido. E não estou falando de utilizar goroutines pois aí é covardia. Estamos migrando um sistema de Coldfusion para Go e PHP e uma das rotinas insere um registro no banco de dados no início e outra no fim do processo. Pense como se fosse um log, mas um log específico para essa rotina. Dessa forma: 2023-05-18 17:45:03. 687     ... [processaImagem] Incorporando imagem 2023-05-18 17:45:03. 688     ... [processaImagem] Imagem incorporada Entre o inicio e o final do processamento levou 1ms. Até aí, tudo bem, se não fosse o fato dessa tabela ter o campo timestamp como parte da chave primária. Se reparar, o tempo é definido em milissegundos. Com o Coldfusion esse processo dura cerca de 20ms. Simplesmente migrando para Go, o tempo caiu muito, para menos de 1ms e assim, começou a dar erro de chave duplicada. A solução? Depende, sempre depende. No nosso contexto, a mais simples foi feita, pois nã

Indícios de dependência de tecnologia

Esta semana descobri que sou dependente de tecnologia. Passei de 2ª a 5ª feira, num hotel onde a rede 3G não alcançava e a internet era bem ruim.

Quando fiz a reserva tinha um asterisco dizendo que celular só funcionava o da Vivo. Como o meu é TIM, resolvi ligar para o hotel para ver se era verdade (primeiro indício da dependência: não acreditar nos outros ou no que está escrito). Infelizmente era verdade, conforme o atendente me confirmou.

Bom, pensei, provavelmente o meu Galaxy S III vai funcionar lá, afinal é um smartphone de última geração, blá blá blá. Segundo indício (achar que o seu gadget é melhor que o dos outros).

Lá chegando, a primeira coisa que fiz foi ver se conseguia achar um ponto que meu  smartphone  funcionasse. E pior que achei. Tinha um local (na verdade dois, conforme fui descobrir posteriormente) que consegui receber e fazer ligações!!! Esse é o terceiro indício: tentar provar de todas as maneiras que os outros estão errados.

Depois, mais tranquilo, comecei a aproveitar melhor os recursos do hotel. Assim, todas as vezes que saia do quarto, colocava o smartphone no bolso. Fiz isso quando ia para o restaurante, no passeio de pedalinho, no passeio de bicicleta, etc. O único momento que não estava com o smartphone era na piscina (se eu estivesse com o meu Defy teria levado). Quarto indício: nunca se separe do seu gadget.

E para finalizar com chave de ouro, escrevi todo esse artigo com o próprio smartphone, só deixei para fazer a revisão final no notebook. Afinal, entre uma checada do smartphone e outra tive que tomar um chopinho...

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