A uma deusa

Os fortes entenderão! Gongorismo pouco é bobagem!

A UMA DEUSA (Luiz Lisboa, do Maranhão)

Tu és o quelso do pental ganírio
Saltando as rimpas do fermim calério,
Carpindo as taipas do furor salírio
Nos rúbios calos do pijom sidério.

És o bartólio do bocal empírio
Que ruge e passa no festim sitério,
Em ticoteios de partano estírio, 
Rompendo as gâmbias do hortomogenério.

Teus lindos olhos que têm barlacantes
São camençúrias que carquejam lantes,
Nas duras pélias do pegal balônio. 

São carmentórios de um carce metálio,
De lúrias peles em que pulsa obálio,
Em vertimbáceas do pental perônio.

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